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Estudos Bíblicos

Amado Irmão(a):

Selecionamos alguns estudos bíblicos interessantes para o aperfeiçoamento na fé e para a busca da santificação. Aprender da Palavra de Deus e se preparar para a salvação.

Paz.

Rev. SOLANO

O CAMINHO PARA CASA

“RESPONDEU-LHE JESUS: EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA, NINGUÉM VEM AO PAI SE NÃO FOR POR MIM.” (JOÃO 14:6)

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O PODER DA GRAÇA

 

“E Mefibosete morava em Jerusalém, porque sempre comia a mesa do rei, e era coxo de ambos os pés.” (II Samuel 9)

 

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A Beira do Caminho

 

“Chegando Ele perto de Jericó, estava um cego assentado a beira do caminho, mendigando.” (Lucas 18:35-46)

 

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A MILITÂNCIA DA CARNE E ESPÍRITO

 

Na carta que Paulo escreveu aos Colossenses, no capítulo 2, a partir do versículo 8, o apóstolo adverte contra os falsos ensinos que levam o crente a se afastar da gloriosa salvação em Cristo Jesus. Diz o texto, “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs sutilezas, conforme os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;” (v.8). Estamos numa fase em que muitas denominações cristãs buscam atrair um número grande de membros, oferecendo facilidades e fé vã, substituindo e até descartando a redenção de Cristo. Essas sutilezas sempre existiram ao longo da igreja cristã, onde Satanás e seus aliados buscam descaracterizar a verdadeira e legítima Palavra de Deus, em troca de conclusões filosóficas que se aliam à vontade da carne e não do espírito.

Nunca podemos esquecer que o homem é um ser de três dimensões, sendo: corpo, alma e espírito. O corpo é matéria física e mortal, a alma é o intelecto e o espírito é um corpo composto de elementos imortais. Assim, mesmo que o corpo e a alma faleçam, o espírito é eterno e jamais morrerá. Nunca podemos nos esquecer dessa composição humana. A pessoa deve se estabelecer, levando a vida em retidão para que alcance a vida eterna na paz e na proteção eternal de Deus. João adverte em sua primeira epístola que “Também sabemos que o Filho de Deus é vindo e nos tem dado entendimento para reconhecermos o verdadeiro; e estamos no verdadeiro, em seu Filho, Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna”, (1 Jo 5.20).

O corpo e espírito limitam em conflito desde a entrada do pecado, ainda no
Éden, e permanecerão nesse desequilíbrio até que Jesus volte para buscar sua igreja. O homem só compreende a legítima vontade de Deus quando está aliançado em espírito. Paulo diz “Porque os que são segundo a carne inclinam-se para as coisas da carne; mas os que são segundo o espírito para as coisas do espírito”, (Rm 8.5-8). Somente uma pessoa espiritual pode ser abençoada, porque terá o pleno entendimento da vontade de Deus em sua vida. A fé é o exercício da nossa comunhão com Deus e só pode ser manifestada para quem renuncia a militância da carne. Para agradar ao Senhor e permanecer Nele, devemos abrir o nosso coração para o fluir do Espírito Santo em nossa mente.

João escreve em 6.63 que “o espírito é o que vivifica, a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos disse são espírito e vida”. De acordo com essa orientação bíblica, devemos dar muito mais espaço para o espírito do que à carne. Acontece que as pessoas tendem a perceber mais os prazeres carnais do que a alegria do espírito. Quando conseguimos atingir esse grau de conhecimento, passamos a viver em Cristo, tendo a mente Dele, pensando e vivendo como Ele.

Em Romamos 12.1-2, o apóstolo Paulo orienta para a renovação da nossa mente. Isso quer dizer que, sem mudança de ponto de vista nunca daremos espaço para o agir de Deus. É preciso deixar para trás conceitos, preconceitos, conhecimentos, filosofias e falsas teologias que emperram a fé e impedem a salvação. Dessa forma estaremos livres para nascer de novo e se transformados em nova criatura. Deixar o velho eu é não mais considerar tudo que aprendemos é o princípio para iniciar uma nova aprendizagem. A conversão é uma mudança de atitude, aliada a outras mudanças como na forma de pensar, de agir e viver. O primeiro passo é reconhecer que somos todos pecadores e carecemos da gloriosa misericórdia de Deus (Rm 3.23). Depois devemos aceitar a Jesus como Senhor e Salvador e deixar que Ele governe a nossa vida. Antes de subir aos céus, após sua ressurreição, Jesus orientou os apóstolos para que pregassem a Palavra a todos os povos, e todos que cressem seriam batizados em fontes de águas vivas, e assim, estariam salvos do pecado.

Nesse contexto podemos afirmar que, mesmo pecadores, nos tornamos justos diante de Deus, através do sacrifício imolado de Jesus na cruz do Calvário, em que se fez maldição em nosso lugar. Com esse privilégio os nossos pecados passam a ser perdoados puramente de graça, apenas com a nossa confissão sincera a Deus, em Nome de Jesus Cristo. Saímos da condição de morte eterna para a vida eterna, sabendo que, assim como Cristo ressuscitou ao terceiro dia, nós também haveremos se ressuscitar com Ele, quando vier para buscar a igreja. “Porquanto o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor”, (1 Tes. 4.16-17). É essa esperança que move a fé cristã no sentido de ter a vida eterna para sempre na glória do Senhor.

O cristão pertence a Deus e não ao mundo. Nada pode mudar esse plano divino em nós. Pertecemos a Deus e não abrimos mão desse privilégio. A nosso salvação custou caro para Deus, e se assim desejou, assim devemos aceitar. “Foram comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus”, (1 Co 6.20). Se o nosso corpo é mortal e corruptível, então o melhor a fazer é zelar do nosso espírito que é eterno. “E agora digo isto, irmãos; que a carne e o sangue não podem herdar o Reino de Deus, nem a corrupção herda a incorrupção”, (1 Co 15.50).

Somente os santos herdarão e viverão na glória de Deus.

Pense nisso, entregue o seu caminho ao Senhor Jesus, viva conforme os ensinamentos dos evangelhos, e tenha a vida eterna.

Só Jesus Cristo salva.

Paz!

Rev. Solano de Souza Ferreira

 

ANÁLISE DA PERSUASÃO NO DISCURSO SALVÍFICO DO APÓSTOLO PEDRO COM BASE NO TEXTO DE ATOS 2[1]

Nathieli de Lázaro Godinho Ferreira[2]

Solano de Souza Ferreira[3]

Resumo: Este artigo apresenta uma breve avaliação do discurso persuasivo de Pedro, discípulo de Jesus Cristo, narrado no livro de Atos dos Apóstolos, da Bíblia Sagrada, com vista na utilização da argumentação cristocêntrica como um mecanismo de linguagem, importante para a persuasão de judeus e gentios no primeiro ano da Era Cristã.

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